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Transformando Conhecimento em Inteligência
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Gabriel Carvalho
February 25, 2026
A inteligência artificial nas empresas deixou de ser uma promessa futura e passou a fazer parte das decisões estratégicas atuais (Se você quiser entender melhor os fundamentos da tecnologia, veja nossa introdução à inteligência artificial.). Hoje, a pergunta dos CEOs não é mais “devemos usar IA?”, mas sim: como garantir retorno antes de escalar?
Muitos projetos falham. No entanto, o problema raramente é tecnológico. Na maioria das vezes, a falha ocorre por falta de clareza estratégica.
Sem entender o retorno sobre investimento (ROI), iniciativas promissoras podem se transformar em centros de custo difíceis de justificar.

Muitas empresas iniciam projetos de IA escolhendo ferramentas: modelos, APIs, chatbots ou automações. No entanto, a tecnologia sozinha não gera valor.
O valor surge quando a IA resolve um problema concreto, mensurável e recorrente.
Antes de pensar em escala, os líderes precisam responder:
Sem essas respostas, qualquer cálculo de ROI se torna especulação.
Um erro recorrente é tentar aplicar IA em tudo ao mesmo tempo. Por outro lado, CEOs mais bem-sucedidos começam pequenos, porém extremamente focados.
Projetos com maior previsibilidade de ROI costumam apresentar três características:
Nesses casos, a inteligência artificial nas empresas atua como um multiplicador de eficiência, e não como um experimento.
O cálculo de ROI em IA não precisa ser complexo. Pelo contrário, ele deve ser simples, honesto e fácil de acompanhar.
Além disso, o ideal é acompanhar poucos indicadores, entre 3 e 5.
Em geral, executivos avaliam três dimensões principais:
Quando essas métricas são definidas antes do projeto, o ROI deixa de ser subjetivo.
Para ajudar empresas a não caírem na armadilha do “piloto eterno”, a Nama utiliza o AI Canvas como ferramenta de estruturação estratégica.
O objetivo do AI Canvas não é vender tecnologia, mas forçar clareza:
Esse tipo de abordagem ajuda lideranças a enxergarem rapidamente se a inteligência artificial nas empresas está sendo tratada como um ativo estratégico ou apenas como inovação cosmética.
Escalar só faz sentido quando três condições são atendidas:
Empresas que respeitam esse ciclo escalam com segurança. As que pulam etapas acumulam custo, frustração e resistência interna.
Para CEOs, a inteligência artificial nas empresas deve ser tratada como qualquer outro investimento estratégico: com tese clara, métricas objetivas e governança desde o início.
Antes de perguntar “quanto podemos escalar?”, a pergunta certa é:
“Já sabemos exatamente onde está o retorno?”
Se você quer avaliar onde a inteligência artificial pode gerar ROI real na sua empresa antes de escalar, a Nama pode ajudar a estruturar essa análise de forma prática e objetiva.
👉 Agende uma conversa com o time da Nama clicando aqui e avalie, sem compromisso, se a IA faz sentido estratégico para o seu negócio neste momento.
Estamos prontos para discutir casos reais, métricas e caminhos viáveis.


Gabriel Carvalho
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